"Onde quer que vá um pensamento, irá um elemento químico."
"Nossas células estão constantemente bisbilhotando os nossos pensamentos. Um surto de depressão pode arrasar com o sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente."
"Impulsos de inteligência criam o seu corpo em novas formas a cada segundo."
"O corpo humano, como tudo o mais no cosmos, está sendo refeito a cada segundo que passa. O campo universal de energia e informação nunca cessa de se transformar."
"A pele se substitui uma vez por mês, o revestimento do estômago a cada cinco dias, o fígado a cada seis semanas e o esqueleto de três em três meses. Lá pelo final do ano, 98% dos átomos do seu corpo terão sido substituídos por outros."
"O que há de essencial no universo, inclusive o seu corpo, é não-matéria, só que não é não-matéria comum. É uma não-matéria que pensa. O vazio no interior de cada átomo pulsa com informações invisíveis." "Este vazio é misteriosamente impresso com informações mesmo antes de qualquer informação ser impressa. Assim como milhares de palavras existem silenciosamente em sua memória antes de serem pronunciadas, o campo quântico contém todo o universo em forma ainda não dotada de expressão."
SAÚDE E SENSIBILIDADE. Crio um espaço de pensamentos e sensibilidades ligados ao corpo, ambiente no qual habitamos ao longo da vida. Gostaria de compartilhar com todos os que aqui chegam, ideias ligadas à ecologia corporal, ecologia interior, sustentabilidade. Cultura física e de alma. Esporte. Pensamentos fortes, músculos bons. Saúde, serenidade, felicidade. Todas, palavras que podem ser bastante pensadas e à procura de um humanismo inteiro e consciente. twitter.com/vivianeanetti
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
Comida santa
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Verbo que alimenta
As palavras como substantivos fazem a gente saborear a frase do prato principal... E nada como os temperos para adjetivar espetacularmente nossas sensações, numa mistura de versos rimados. Então os acentos, as conjunções, as exclamações, adicionando molhos e azeites ancestrais a esta bela prosa poética diante de mim, entremeada de talheres e delicados guardanapos. Não! Deixem as estrofes para o verso final, o líquido alquímico da bebida fresca e rara. Os verbos fazem, criam, cozinham, decoram todo este grandiloquente pequeno banquete. Para todas as cozinhas poematizadas do mundo.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
serenidade
Tenho ilhas de serenidade onde posso respirar e encontrar um mundo que me parece. Sem descanso, sigo e procuro sempre o que é puro, autêntico, absoluto, verdadeiro.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
A arte de passear
«A Arte de Passear», escrito em 1802, e editado em português, eleva o mero passeio ao estatuto de delicado exercício estético. Para o seu autor, o filósofo Karl Gottlob Schelle, amigo de Kant, viver continuamente em atmosferas confinadas torna o espírito débil, e o passeio, longe de ser uma actividade puramente física, constitui uma promessa de prazer renovado. Pela acção do corpo, o passeio põe em movimento os mecanismos do espírito, engendrando uma verdadeira necessidade intelectual.
“O movimento do corpo não é directamente uma das condições da vida”, escreve Schelle, “e a sua ausência não desencadeia irremediavelmente a morte… mas ele é, no entanto, uma condição indirecta. Ele é indispensável para a saúde do corpo e para o bom funcionamento do organismo”
“O movimento do corpo não é directamente uma das condições da vida”, escreve Schelle, “e a sua ausência não desencadeia irremediavelmente a morte… mas ele é, no entanto, uma condição indirecta. Ele é indispensável para a saúde do corpo e para o bom funcionamento do organismo”
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Macaquinho
J. Vermeer

Meu pintor preferido, 'Johannes Vermeer' (1632-1675), um pintor holandês. Admiro a forma como repousam as luzes e sombras nas suas pinturas, a disposição sutil dos detalhes, e a delicadeza de sua composição. É o pintor holandês mais importante do século XVII (um período que é conhecido por Idade de Ouro Holandesa, devido às espantosas conquistas culturais e artísticas do país nessa época), depois de Rembrandt.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Belo encontro
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