terça-feira, 13 de novembro de 2018

Agrofloresta sintrópica

Por que a agrofloresta sintrópica pode regenerar QUALQUER continente deste planeta?
Confira o trecho da palestra (parte 1) de #ErnstGotsch diretamente de Lisboa.
A inteligência da natureza; As relações inter e intra-específicas; As leis universais que regem o princípio da Agricultura Sintrópica.
Se inscreva em  www.agroflorestadofuturo.com.br para saber o passo a passo para Empreender em Agrofloresta do Futuro. Ainda da tempo de recuperarmos nosso habitat.
Lembre-se que a inteligência é a do UNIVERSO e não do homem. Somos parte disso.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

'Carpe Diem', Walt Whitman

“Carpe Diem”, o belo e encantador poema de Walt Whitman que irá motivá-lo a lutar por seus sonhos
Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizada como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro.
Vindo da decadência do império Romano o termo Carpe diem era dito para retratar o “cada um por si”, devido o império estar se desfazendo, naquele momento a visão de que cada dia poderia ser realmente o último era retratado pela frase que hoje é utilizada como uma coisa boa, porém sua origem vem do desespero da destruição de um grande império antigo.
No filme “A Sociedade dos Poetas Mortos”, o personagem de Robin Williams, Professor Keating, utiliza-a assim:
“Mas se você escutar bem de perto, você pode ouvi-los sussurrar o seu legado. Vá em frente, abaixe-se. Escute, está ouvindo? – Carpe – ouve? – Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas.”
O poema relacionado à ideia de Carpe Diem, de autoria de Walt Whitman, utilizado como mote no filme:
Aproveita o dia,
Não deixes que termine sem teres crescido um pouco.
Sem teres sido feliz, sem teres alimentado teus sonhos.
Não te deixes vencer pelo desalento.
Não permitas que alguém te negue o direito de expressar-te, que é quase um dever.
Não abandones tua ânsia de fazer de tua vida algo extraordinário.
Não deixes de crer que as palavras e as poesias sim podem mudar o mundo.
Porque passe o que passar, nossa essência continuará intacta.
Somos seres humanos cheios de paixão.
A vida é deserto e oásis.
Nos derruba, nos lastima, nos ensina, nos converte em protagonistas de nossa própria história.
Ainda que o vento sopre contra, a poderosa obra continua, tu podes trocar uma estrofe.
Não deixes nunca de sonhar, porque só nos sonhos pode ser livre o homem.
Não caias no pior dos erros: o silêncio.
A maioria vive num silêncio espantoso. Não te resignes, e nem fujas.
Valorize a beleza das coisas simples, se pode fazer poesia bela, sobre as pequenas coisas.
Não atraiçoes tuas crenças.
Todos necessitamos de aceitação, mas não podemos remar contra nós mesmos.
Isso transforma a vida em um inferno.
Desfruta o pânico que provoca ter a vida toda a diante.
Procures vivê-la intensamente sem mediocridades.
Pensa que em ti está o futuro, e encara a tarefa com orgulho e sem medo.
Aprendes com quem pode ensinar-te as experiências daqueles que nos precederam.
Não permitas que a vida se passe sem teres vivido…

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

nunca proferi diagnósticos assim, porém rascunhava algo do mesmo teor, no alambrado dos pensamentos.
alta sensibilidade ~ canto nos ramos das ideias
(ano 2014)

'Se', um dos mais belos poemas de todos os tempos.

https://www.revistapazes.com/conheca-se-um-dos-mais-belos-poemas-de-todos-os-tempos-de-rudyard-kipling/?fbclid=IwAR1p_0FzGMNbzgoSw7OdO0dw4BKllqoFM4JO2AaqaiRv1SmPnvVXANlCtp4
'If'', de Rudyard Kliping
O poema “Se | IF”, escrito em 1895 pelo escritor anglo-indiano Rudyard Kipling (Prêmio Nobel de Literatura – 1907) e publicado pela primeira vez em 1910 numa coletânea de contos e poemas intitulada “Rewards and Fairies”.
Se
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;
Se és capaz de pensar –sem que a isso só te atires,
De sonhar –sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;

De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: “Persiste!”;
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais –tu serás um homem, ó meu filho!

.

If
If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don’t deal in lies,
Or being hated, don’t give way to hating,
And yet don’t look too good, nor talk too wise;
If you can dream–and not make dreams your master,
If you can think–and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you’ve spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build ‘em up with worn-out tools;
If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: “Hold on!”

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings –nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds’ worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that’s in it,
And –which is more– you’ll be a Man, my son
– Rudyard Kipling [tradução Guilherme de Almeida]
LP Paulo Bonfim, Guilherme de Almeida. gravadora RGE. selo Prosa e Poesia, 1989. Poema “Si” | “If”, de Rudyard Kipling.

sábado, 13 de outubro de 2018

que sensações o cotidiano, na cafeteria, folheando bem viver, ah, que delícia, esquina-cone que trafega gentes, navios, pressas e devaneios

terça-feira, 2 de outubro de 2018

À cause d'une bonne adresse, je traverserais toute une ville, un pays, le monde...!

domingo, 26 de agosto de 2018

Origens remotas
Sair no risco, pisar o piso, da passarela nela falta pés em conluio com a terra, o solo vivo, tenro, históricas origens aletradas em tão passado barro.
Dizer daquilo que moro.
Da morada torna-se pertencente.
Habitar uma estória contada.
Toda a mata tem ouvidos. O que ecoa lá não é deste mundo não.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Ventos. Mar Mediterrâneo.

Os oito ventos clássicos na bacia do Mar Mediterrâneo são os seguintes:
- Tramontana – vento de norte, afuracanado, muito frio e seco. O nome é italiano, com o significado de norte ou de estrela polar, com origem no latim transmontanus.
- Gregal – vento de nordeste, frio e intenso, que sopra da Grécia. O nome provém do italiano grecale, por referência à ilha grega de Zaquintos ou Zante.
- Levante – vento de leste, tipicamente estival no Mediterrâneo central. Também chamado euro. Na costa algarvia, o levante é o vento que se faz sentir das direções de leste e sueste, oriundo do Estreito de Gibraltar e costa leste de Espanha.
- Siroco / Sirocco – vento de sudeste, muito seco e muito quente com origem no Saara. Em Portugal continental é conhecido como suão, ou sulano, e na Madeira como leste.
- Austro / Ostro – vento de sul, fraco. Conhecido também como mezzogiorno em Itália.
- Libeccio / Áfrico – vento de sudoeste, húmido e violento; também chamado ábrego. Temido por provocar mau estado do mar e chuvas muito intensas. A palavra italiana libeccio tem origem latina e grega, com o significado original de líbio.
- Ponente / Poente – vento de oeste, tipicamente estival. Também chamado Zéfiro, o vento brando, suave, quente e agradável.
- Mistral – vento de noroeste, frio, seco e muito violento, canalizado pelo vale do Ródano; sopra no fim do inverno. Semelhante ao bora do Mar Adriático. O nome tem origem no occitano do Languedoc, com o significado de magistral. Tem nomes com o mesmo significado noutras línguas, como por exemplo maestrale em italiano, mestral em catalão, majjistral em maltês ou bentu maestru na Sardenha.