terça-feira, 13 de setembro de 2011

meu


Só coisa boa, também. Tanto aqui, como lá, um pouco do todo cheio riqueza, não tudo, né? Porque preservação das quintessências, saberes não aprendidos, pois já nascidos, lugar onde habito desde sempre, onde sem rastro de gente que alcance.

sábado, 10 de setembro de 2011

Alimento. Minha vida.



Alimento. Minha vida.

Abaixo, o vídeo da Fundação Slow Food traduz meus profundos sentimentos acerca do alimento, da terra, da humanidade.

http://www.youtube.com/watch?v=UXGC-hZozHs

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Já, já, é Natal.







E não poderia ser Natal todo dia?
Alguém disse: 'Há 2 mil anos, um antepassado meu saiu por aí pregando o amor... e acabou pregado numa cruz.
É Natal, não se descabelem!'


sábado, 6 de agosto de 2011

encanto de sábado


...Sol! pão centeio puro 100% centeio, açaí orgânico com suco de cana vaporizado, pera, um bom-dia afetuoso de manhã, ciclismo, corrida, comunicações altamente sutis, água que bom!, leitura debaixo da árvore, chocolatinho quente, almoço salada Florença com manjericão, suco de melancia, Smurfs!, Gérard Dépardieu no cinema, cuidados com a beleza, Cia. das Letras, todos dias meus de rica poesia viva.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Santos descansos


§ Sonatas estalando sob meus pés úmidos, em terra relva, dedos em harmonia deslocando o instrumento nos seus sonoros dizeres musicais.
Soletrar a mais ínfima nota do som.
Deitar ao solo fresco, o conforto aguarda, de cima o céu alarga,
dos cantos, vêm grilililos. §

Viviane Anetti        

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O nosso idioma

(Na foto, ambos à direita, Nina de Holanda, e Mestre DeRose.)


Do Mestre DeRose, em seu livro Boas Maneiras no Yôga: "Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu um boa educação.
Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?
Para quem fala bem o português, uma palavra errada, uma dicção viciosa, uma concordância mal feita por parte do interlocutor são coisas que causam má impressão. Se quem fala é um instrutor, mais grave ainda, pois trata-se de pessoa que vai instruí-lo! Ademais, somos especializados em público de nível superior. Já imaginou o desconforto que causaria a um cliente culto ter que aprender algo de um profissional que não sabe nem falar corretamente a própria língua?
Eu mesmo já abandonei curso de informática, de anatomia, de Karatê e de outras disciplinas porque era insuportável receber em minha mente os sucessivos insultos à cultura perpretados pelos semi-analfabetos que pretendiam receber o meu dinheiro para ensinar-me alguma daquelas matérias.
Certos erros (De Rose dá exemplos em seu texto) denotam origens humildes e são sinalizadores de casta baixa, mesmo se quem os aplicar for portador de diploma universitário, como vem ocorrendo cada vez com maior frequência."

sábado, 18 de junho de 2011

E meu macaquinho ainda assustado...


Vejo o mundo lá embaixo, eu aqui por entre folhas e galhos, ágil no meu habitat. Ih, não vou lá não! Quantos espetáculos, quantos desassossegos naquele lugar, cidades povoadas de gente! Fico aqui mesmo, no alto de tudo...

domingo, 29 de maio de 2011

O que escrevo





Tudo o que escrevo vem profundamente, do sentimento. Muitas palavras vêm, de amontoado, num encadeamento atraente por final, não preciso pensá-las. E sou livre.










sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dignidade

Tudo poderia ser mais simples e digno, desde o que se fala, o que se compra, até o que se come. E porque mais digno, mais fácil, pois não se tem o peso da consciência (ou a resposta da Natureza) e se ganha o presente da satisfação pura. A partir daí, sim, transformações haveriam, em escala maior, ou seja, no todo organismo planetário. Eu continuo apostando que chegaremos nessa era.

correndo


Na mata, as árvores carregadas de folhas e passarinhos, e eu correndo, carregada de reflexões. Acho, senão justo, apropriado.