Na minha cafeteria predileta, lugares de burburinhos sorrateiros, cotidianos das gentes, estimulam criatividade, concentração, o pensar vai longe. Livros me acompanham, gravitam em torno da imaginação. Alimentos são, e a escrita me transforma. Desde educação francesa, passando por matérias sobre saúde, e sutras enriquecedores, Vademecum como uma das bíblias. Obrigada, plenitude! Está na hora de dormir, amanhã cedinho tem surf, o mar me aguarda. Fui. (2016)
SAÚDE E SENSIBILIDADE. Crio um espaço de pensamentos e sensibilidades ligados ao corpo, ambiente no qual habitamos ao longo da vida. Gostaria de compartilhar com todos os que aqui chegam, ideias ligadas à ecologia corporal, ecologia interior, sustentabilidade. Cultura física e de alma. Esporte. Pensamentos fortes, músculos bons. Saúde, serenidade, felicidade. Todas, palavras que podem ser bastante pensadas e à procura de um humanismo inteiro e consciente. twitter.com/vivianeanetti
terça-feira, 8 de setembro de 2020
domingo, 30 de agosto de 2020
Integrar-se à saúde do planeta é a coisa mais legal que existe! ![]()
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https://naturalitevivianeanetti.blogspot.com/2020/08/blog-post.html
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
Eu na FLIP ~ Festa Literária Internacional de Paraty 📚🌳

Pão e azeite, pimenta e aipim. Sonho de prazer gastronômico.
As luzes da Literatura cintilam no teatro, aberto.
E o cacau, repousado pela xícara, atiça minha felicidade.
Palavras em festa. Risos demasiados nos bares, a captar a mais ínfima poesia do cotidiano.
A alguns momentos a música a trilhar os caminhos do ar. Ainda assim existem, as canções das vozes em multidão, dos copos estalando sobre as mesas, descansadas nas esquinas da praça.
Bonecos no jardim constróem sombras na noite, de fantasia.
Minha vontade é uma caminhada incessante e vagarosa, pela madrugada, vendo sabores, sentindo tons, sopesando imagens.
Viviane Anetti. 



sexta-feira, 26 de junho de 2020
sábado, 30 de maio de 2020
sexta-feira, 24 de abril de 2020
terça-feira, 21 de abril de 2020
Origens remotas
Sair no risco, pisar o piso, da passarela nela falta pés em conluio com a terra, o solo vivo, tenro, históricas origens aletradas em tão passado barro.
Dizer daquilo que moro.
Da morada torna-se pertencente.
Habitar uma estória contada.
Toda a mata tem ouvidos. O que ecoa lá não é deste mundo não.
Sair no risco, pisar o piso, da passarela nela falta pés em conluio com a terra, o solo vivo, tenro, históricas origens aletradas em tão passado barro.
Dizer daquilo que moro.
Da morada torna-se pertencente.
Habitar uma estória contada.
Toda a mata tem ouvidos. O que ecoa lá não é deste mundo não.
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