terça-feira, 28 de setembro de 2021

 Leite de vaca é violência contra a maternidade animal. (Vegazeta)

"Você já considerou que o leite de vaca produzido com a finalidade de atender predileções humanas de consumo é uma violência contra a maternidade animal? 

Nesse segmento da pecuária, nos deparamos basicamente com vacas que têm a sua vida reprodutiva subjugada à produção leiteira.

Ou seja, embora sejam animais com características e capacidades emotivas e sociais (pense na conexão primordial da vaca com o bezerro e a forma como ela se relaciona com suas companheiras), suas vidas são pautadas pelos ditames do mercado. Seus interesses enquanto seres individuais são completamente desconsiderados.

Uma novilha ou vaca é escolhida pelo seu possível potencial reprodutivo, que normalmente perpassa pela questão do aperfeiçoamento genético (até porque se o animal não for uma boa matriz, ele é enviado mais cedo para o matadouro). Então ela é condicionada a engravidar, seja por meio de inseminação artificial ou não. E isso ocorre de forma totalmente mecânica, fria e destituída de qualquer valor inerentemente instintivo de sua própria natureza obliterada da essência.

Imagine como deve ser engravidar e entrar em estado de lactação apenas para gerar um produto (leite) a ser consumido por animais de outra espécie. Ou seja, sua sexualidade, independente de método, é explorada de forma condicionada, sistemática e exaustiva. Seus anseios naturais são suprimidos e sua condição de viver é submetida o tempo todo aos critérios da indústria.

E em caso de inseminação artificial, sua intimidade é violada por mãos humanas e um aplicador metálico. O quanto isso te parece sensível? E ela é mantida em um pequeno espaço que inviabiliza qualquer possibilidade de fuga ou maior resistência.

Se tal violação for bem-sucedida na pecuária de leite, que tem como meta buscar meios de garantir um parto por ano envolvendo cada vaca, a fêmea passa a receber uma alimentação com o objetivo de assegurar que chegue ao peso considerado ideal para o parto.

Já após o nascimento, o padrão é o bezerro passar 24 horas com a vaca antes de serem apartados, e os machos logo serão descartados (mortos) porque não são economicamente viáveis na pecuária de leite. Imagine o impacto dessa rotina para uma vaca. Como isso pode não ser uma violência contra a maternidade animal?

Uma vaca leiteira vive em média cinco anos, embora tenha potencial para viver por 15 a 20 anos. Sendo assim, se sua expectativa de vida é reduzida, não há como ignorar que isso é consequência do sistema de exploração animal em que o animal está inserido." (https://vegazeta.com.br/leite-e-violencia-contra-a-maternidade-animal/)

terça-feira, 3 de agosto de 2021

 Eu na FLIP ~ Festa Literária Internacional de Paraty 📚🌳

📚☕️ Um caldo verde quente, sobreposto em louça branca, aquece meu paladar, e bonito, acaricia meus olhos com sua cor de folhagem e creme brando. Alimento aquecido, deixa a noite gostosa. 

Pão e azeite, pimenta e aipim. Sonho de prazer gastronômico.

As luzes da Literatura cintilam no teatro, aberto.

E o cacau, repousado pela xícara, atiça minha felicidade. 

Palavras em festa. Risos demasiados nos bares, a captar a mais ínfima poesia do cotidiano.

A alguns momentos a música a trilhar os caminhos do ar. Ainda assim existem, as canções das vozes em multidão, dos copos estalando sobre as mesas, descansadas nas esquinas da praça.

Bonecos no jardim constroem sombras na noite, de fantasia.

Minha vontade é uma caminhada incessante e vagarosa, pela madrugada, vendo sabores, sentindo tons, sopesando imagens. 

Viviane Anetti. 📚🌳

https://vivianeanetti.blogspot.com/2020/08/eu-na-flip-festa-literaria.html

domingo, 4 de julho de 2021

 ❤ Eu & Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, campus Aquidauana.





(crédito fotos: Viviane Anetti)

terça-feira, 27 de abril de 2021

 Segredo-me certezas, firmes como âncoras na presença de tempestades. E disparatrizes, em mares mansas, retornam como verdadeiras lunetas da verdade. 

Viviane Anetti

A virtude não serve para ser carapaça da vaidade. Sem confronto, aquela enobrece o mais intimo. Perpetuo o seu dizer-alto nos gestos.

idem