sábado, 18 de junho de 2011

E meu macaquinho ainda assustado...


Vejo o mundo lá embaixo, eu aqui por entre folhas e galhos, ágil no meu habitat. Ih, não vou lá não! Quantos espetáculos, quantos desassossegos naquele lugar, cidades povoadas de gente! Fico aqui mesmo, no alto de tudo...

domingo, 29 de maio de 2011

O que escrevo





Tudo o que escrevo vem profundamente, do sentimento. Muitas palavras vêm, de amontoado, num encadeamento atraente por final, não preciso pensá-las. E sou livre.










sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dignidade

Tudo poderia ser mais simples e digno, desde o que se fala, o que se compra, até o que se come. E porque mais digno, mais fácil, pois não se tem o peso da consciência (ou a resposta da Natureza) e se ganha o presente da satisfação pura. A partir daí, sim, transformações haveriam, em escala maior, ou seja, no todo organismo planetário. Eu continuo apostando que chegaremos nessa era.

correndo


Na mata, as árvores carregadas de folhas e passarinhos, e eu correndo, carregada de reflexões. Acho, senão justo, apropriado.

domingo, 8 de maio de 2011

A realidade flutuante

A maioria acredita numa mentira geral. Para a maioria, a mentira é a verdade. Então, digo a verdade e as pessoas acreditarão que é mentira. Mas... a mentira não é verdade?

domingo, 17 de abril de 2011

Meu viver

Não participo da engrenagem muitas vezes ensandecida do cotidiano das gentes - especialmente daquilo a que chamo de inconsequente coletivo - mas de algo que sobrevive e se mantém acima delas. Percebo isto e me guio por este algo. Sem pessoalidades, vejo idéias em movimento.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Santos descansos


Sonatas estalando sob meus pés úmidos, em terra relva, dedos em harmonia deslocando o instrumento nos seus sonoros dizeres musicais.
Soletrar a mais ínfima nota do som.
Deitar ao solo fresco, o cansaço aguarda, de cima o céu alarga,
dos cantos, vêm grilililos.


v. 'Verbo que alimenta', no tópico de dezembro2010.

sábado, 2 de abril de 2011

Escultura viva - Treinamento de força




Musculação pela manhã. Sinto meu corpo mais estruturado e forte com algumas sessões de musculação. O delineamento fica mais aparente porque sou magra, e, além da saúde, em todos os sentidos, admiro também a escultura do corpo, esta alcançada pelos movimentos controlados e definidos da musculação. Respeito e inteligência aplicados ao físico. Consciência corporal.

Vejamos: "Ganhar peso, sobretudo massa muscular estimulada pelo treinamento de força, também pode estar associado a alguns benefícios à saúde. O aumento dos músculos, que melhora a aparência física e a imagem corporal, pode ajudar a elevar a auto-estima, contribuindo para a saúde psicológica. O treinamento de força também proporciona benefícios, como aumento da densidade de mineral do osso, tendo sido recomendado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine." (livro de nutrição esportiva). Lembrando: massa corporal magra é um termo médico que designa todos os tecidos que não são gordos, isto é, ossos, músculos e órgãos vitais.

Há ainda esta minha questão: Idéias em choque. Entre os princípios de uma alimentação que eu considero como ideal (embora o ideal seja difícil de colocar em prática no ambiente citadino), qualidade de produtos alimentícios, e as exigências da nutrição esportiva. Trabalhoso procurar o mínimo de agressão e perfeita saúde sanguínea.

quinta-feira, 24 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Pequena Bailarina - Degas




Tive um encontro mágico com "A pequena bailarina de catorze anos", 1880, escultura em bronze de Degas, no Masp, neste final de semana. Eu não conseguia deixar de olhar para ela, parecia viva diante de mim. Eu a admirei sob todos os ângulos. Mais parecia um grandinha boneca vinda lá dos tempos longínquos, uma viagem de séculos.
Edgar Hilaire Germain Degas (Paris, 1834-1917), gravurista, pintor e escultor, de carisma impressionista, tinha origem alta-burguesa, e ninguém imaginava que se tornaria um revolucionário, que se atreveu a provocar a sociedade da época e trazer à luz as suas mazelas.
Adoro também a pintura "O Ensaio", 1877, onde a delicadeza das tonalidades e dos movimentos das bailarinas ressaltam momentos capturados.