quinta-feira, 12 de julho de 2012

Donavon - Move by yourself, and Free!

Always, this song,
Move by yourself!
http://www.youtube.com/watch?v=3umUxPAWstQ
and Free!
http://www.youtube.com/watch?v=l3b2k08f3b8

Princípios. Ética. II. Excertos.

Tudo carregado de sentido e sentimento.                                                        

Elo é com a essência, essence-ciel (essência-céu).
Pertenço àquilo que é meu imenso universo, e lá transito em maravilha.

Os vocabulários, os livros, os altivos interesses, plenos, compõem-me.
~ as grandes questões essenciais...
~ e aqueles tais apreços inovadores da linguagem me atraem...
Cuidar e ter cuidado da minha saúde durante toda a vida sempre foi um prazer!
E nutrir e trazer ao paladar sensibilidades, do modo como este as solicita conforme o organismo vai lhe confessando e guiando.
Procuro incansavelmente, a cada escolha cotidiana, os alimentos que ao menos se aproximem do que seria ideal para o meu corpo.
Argumento com minhas sensações, e penso no que pode advir para minhas células.

Acredito no mérito dos grandes intelectuais humanistas à frente de organizações mundiais.

Atravesso terras, gentes, conceitos.

O mínimo de prejuízo a qualquer ser vivo. A Ética.
Assim, vale a pena existir.
Sem a Ética, todos os diplomas ou troféus desaparecem, e todas as justiças falecem.

Viviane Anetti

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Rio de Janeiro City Marathon 2012.




Terminei.
Correndo sem parar.
Tranquilidade. Resistência. Ritmos ajustados às percepções sensoriais.
Obrigada, Deus!

Maratona do Rio.

A mais charmosa e brilhante do Brasil!



(acima, em 2009, Paraty)



Rockyyy!   http://www.youtube.com/watch?v=YC2GmWjJBho

Rio maravilha http://www.youtube.com/watch?v=yMLzB1fsSTc&




twitter.com/viviane_anetti






terça-feira, 3 de julho de 2012

Meu paladar. Sorve plenitude.


Saciedade do tempero no pão, ressalta a maciez, relva de perfume, beleza química do alimento.
Conjunção que une, adjetivo que absorve o paladar, que se perde na plena satisfação,
aos céus...
... As palavras como substantivos fazem a gente saborear a frase do prato principal... E nada como os temperos para adjetivar espetacularmente nossas sensações, numa mistura de versos rimados. Então os acentos, as conjunções, as exclamações, adicionando molhos e azeites ancestrais a esta bela prosa poética diante de mim, entremeada de talheres e delicados guardanapos. Não! Deixem as estrofes para o verso final, o líquido alquímico da bebida fresca e rara. Os verbos fazem, criam, cozinham, decoram todo este grandiloquente pequeno banquete. De Viviane Anetti para todas as cozinhas poematizadas do mundo.

Viviane Anetti


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Confins.

Alguém se lembra de oferecer um pouco de poesia ao dia que anoitece?

O que encontro no limiar da palavra?
A solicitude do desconhecido.
O que é lá-além,
não se diz-sabe.

Um dia interpretarei todas as vozes.
E darei a cada um o valor do que o sustenta
nada restará perdido,
serão ouvidos, e a cada acolhida
asas possuirá o verbo.                    
                                                        
                                                                     







quinta-feira, 21 de junho de 2012

sobredotado. um artilharia de defesa.

~ É o momento de empregar “inteligentemente” todo seu tesouro de guerra: do menor átomo de inteligência à menor partícula de sensibilidade, e compreender com sua cabeça e seu coração, ainda mais.
Então, este cujo corpo e a alma são tão sensíveis ao ambiente, pode afinar cada uma de suas cordas, com sagacidade, perspicácia, eficácia, para guardar o coração de alvo como objetivo constante: o centro de si mesmo.
Esta pessoa de outro mundo, o personagem de todos os extremos, tem em si um verdadeiro “tesouro de guerra” para afrontar e fazer com o mundo. Para ativar sua resiliência. Seus recursos são consideráveis, mas muito frequentemente sumidos sob camadas espessas de renúncia, de decepção, etc. Mas, mesmo fugido, mesmo se não tem consciência, mesmo se ele não tem momentaneamente diretamente acesso, este tesouro lhe pertence sempre, pronto para uso. 
A colocação em ação de todos os sentidos simultaneamente e sua notável capacidade de discriminação, dão ao sobredotado uma presença no mundo fora do comum.  A hiperestesia amplifica todas as percepções. Ela permite criar o bonito lá onde outros não verão senão o banal. Ela ilumina o mundo pela densidade emocional que todos os sentidos proporcionam. A hiperestesia pode ser utilizada para capturar o ambiente e o magnificar. Utilizar todos os sentidos para abraçar o mundo. (uma autora)
... Parecido?, mas tão diferenciado... ~ 

Deixem-me naquele centro da existência no qual ninguém outro tem alcance, e de onde Percebo. Guardo. Minha linguagem é diferente. E a medida, maior, não se conforma à de réguas existentes.




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Sossego - um conto sobressaído do sussurro.


imagem: Viviane Anetti


Um lugar chamado Encantado. De Sossego, para Encantado, um pulinho só. Os dois em um, fazem-se sonoros, como se o silêncio sussurrasse bem pertinho dos ouvidos.
Toda a mata tem ouvidos. O que ecoa lá não é deste mundo não. Observem as vozinhas. Dá para imaginar que elas têm feições? "Curucará, curucará"... de repente, no meio dos galhos ou no fundo do céu.
Onde estão as folhas, secas ou tenras, verdes ou cansadas do verde, travestidas em cores desbotadas? Passando pelos sentidos, habitando árvores, colecionando símios sábios. Folhas como que repousadas na terra, assim mesmo a pertence... tornam-se o cio do chão... em meio a frutas tombadas remontam a alimento e dão nome ao outono.
Uma mansarda encabrunhada para os passos de quem a avista ocre.
Um mosteiro esta falta de voz em lugar nenhum.
Quem será que lá habita? Haverá gentes além dela?
O passo-a-passo perpetua-se, os sentidos aguçam-se.
Talvez aquele lugar esteja perto do céu, não exista. Assim tão tranquilo, mas que poderia contar uma história turbulante, percebe-se. Sustentado por algo do além-presente, atemporal.
Vozes que ficam nas pedras e na terra. Frutos que nascem e sangram memória.
Se há vida de humano, onde?
O próximo morro ou mesmo arbusto, confidenciará alguma verdade a porvir? Cloacas de rãs, saúdam a saúde das águas também.
Sombras de gentes, nem um pouco.
Procura-se ouvir um respirar, quem sabe, alguém que olhe ou fale. Silêncio e nem ares de gente humana. Assim melhor. Mas curioso.
Deitar ao solo fresco, o cansaço aguarda, de cima o céu alarga, dos cantos, vêm grilililos. Voadorim dos insetos coloridos, asinhas que perpassam os suspensos desejos.

Viviane Anetti

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cidadela interior.

Meu elo é com a essência, 'essence-ciel' (essência-céu). Magnífico.
Pertenço àquilo que é meu imenso universo, e lá transito em maravilha.
Viviane Anetti


F. Garagnon: Cultivo da liberdade de espírito que Goethe chamou graciosamente de 'cidadela interior'.



               

Desabafo existencial. E livros.

Sous mes yeux il y a des livres et des livres. Je peux penser en les prends, jusqu'à sa fin, parce qu'ils sont innombrables. Je regrettes, il n'y a pas tant de temps dans une vie pour les lire entières. Pourquoi la connaissance est-elle si jolie, si séductrice, pourquoi? Pour après s'enfuir à un futur incertain, perdu par l'infinit, en nous montrant la finitude? 
Doucement.
Viviane Anetti









quinta-feira, 7 de junho de 2012


Pertenço àquilo que é meu imenso universo interior, e lá transito em maravilha.